Filosofia
O Reino de Libérnia nasceu da convicção de que a liberdade individual é o bem mais sagrado do ser humano, e que todo governo legítimo deve existir apenas para protegê-la — nunca para restringi-la. No entanto, ao contrário dos modelos tradicionais de república, monarquias ou democracia, Libérnia adotou a Monarquia Libertária como sistema político singular, unindo tradição, ordem e liberdade em uma síntese inédita.
👑 1. A Coroa como Guardiã da Liberdade
Em Libérnia, o Rei não é um governante absoluto nem um tirano que dita a vida dos cidadãos.
Ao contrário, a Coroa é um símbolo e uma instituição de guarda, cuja missão é proteger os direitos naturais do indivíduo: vida, propriedade e livre associação.
A Coroa garante:
Que não haja opressão de maiorias sobre minorias.
Que nenhum grupo utilize a força do Estado para saquear, controlar ou destruir as liberdades dos cidadãos.
Que a ordem natural da justiça seja preservada contra invasores e tiranos externos.
Assim, o Rei é menos um governante e mais um árbitro supremo da liberdade, zelando para que Libérnia jamais se desvie de seus princípios fundacionais.
⚖️ 2. O Princípio da Ordem Natural
A filosofia política de Libérnia parte da noção de que existe uma ordem natural no convívio humano:
Cada indivíduo é dono de si mesmo (autopropriedade).
O fruto do trabalho pertence a quem o produziu.
Toda troca legítima se dá pelo consentimento voluntário.
O papel do Reino é garantir que esses princípios não sejam violados.
Isso significa que não existem impostos compulsórios, não existem regulações opressoras, e o Estado não interfere na livre iniciativa.
A sociedade de Libérnia se organiza por meio de contratos, associações voluntárias e livre mercado, em que a confiança e a reputação são as verdadeiras moedas sociais.
🏛 3. A Monarquia Constitucional Libertária
Libérnia não é uma monarquia absoluta, mas uma monarquia constitucional libertária.
A Constituição de Libérnia limita o poder real, deixando claro que a Coroa não pode legislar contra os princípios de liberdade.
O Parlamento de Cidadãos é consultivo, servindo para apresentar propostas, mediar disputas e fiscalizar o uso dos recursos voluntariamente entregues à administração do Reino.
A Justiça de Libérnia baseia-se em arbitragem privada e contratos, reforçada pelo Selo Real, que confere validade e segurança jurídica.
💰 4. A Economia da Liberdade: iCoin
O Reino de Libérnia adotou a iCoin (ICN) como moeda oficial, não como imposição estatal, mas como símbolo da descentralização econômica.
O cidadão é livre para usar qualquer moeda ou meio de troca, mas a iCoin representa o ideal libertário de uma economia sem bancos centrais, sem inflação forçada e sem confisco estatal.
A riqueza em Libérnia é fruto do mérito, da criatividade e do livre mercado.
🌍 5. Libérnia como Reino Espiritual e Global
Embora fundada em uma terra nullius, Libérnia não se limita a fronteiras físicas. É um Reino digital e espiritual, que acolhe cidadãos em qualquer parte do mundo.
Ser cidadão de Libérnia significa aderir a um pacto moral:
Respeitar a vida e a liberdade do próximo.
Defender a soberania individual.
Contribuir para a construção de uma ordem voluntária.
Assim, Libérnia não é apenas um país, mas uma comunidade internacional de livres.
✒️ 6. Lema e Missão
O lema “Libertas et Imperium” resume a filosofia do Reino:
Libertas: a liberdade como direito supremo do indivíduo.
Imperium: a soberania necessária para proteger essa liberdade contra tiranos internos ou externos.
O equilíbrio entre esses dois princípios sustenta a monarquia libertária de Libérnia: um trono que reina, mas não oprime; um povo que é livre, mas não caótico.
📌 Em Libérnia, a monarquia não é um peso sobre os cidadãos, mas um escudo contra a tirania.
Um Reino onde cada homem e mulher é soberano de si mesmo, e onde a Coroa existe apenas para garantir que essa soberania jamais seja violada.
